Entre as propostas apresentas na pauta de reivindicações estão:
- O reajuste salarial de 16% (dezesseis por cento);
- Auxílio alimentação passando a ser R$ 250,00;
- Seguro de vida para todos os professores com prêmio no valor de R$ 50.000,00;
- Bolsa integral para Pós-Graduação para os professores;
- Bolsa integral para Graduação dos filhos dos professores;
- Plano de saúde hospitalar;
- Implantação de creches para crianças de até seis meses para Instituições de Ensino Superior (IES) com mais de 30 (trinta) funcionários.
A comissão formada pelos diretores e instituições de ensino superior privadas do SINEPE-RO fez uma contraproposta de reajuste salarial de 2,5% (dois vírgula cinco por cento) e ainda solicitou ao alescomb_sinpro que fosse diminuído o auxílio alimentação para 50% do valor, ou seja, de R$ 123,00 para R$ 61,50 e ainda a diminuição dos 20% (vinte por cento) de planejamento para 5% (cinco por cento).
O SINEPE argumenta ainda que, devido a crise que o país vem passando, o número de alunos caiu e assim consequentemente o lucro das IES.
Para o presidente do SINPRO Luizmar Neves, a contraproposta é inaceitável e absurda.
“Estou extremamente indignado com a posição das IES sobre a nossa CCT, mostra total desvalorização e descaso com a classe mais sofrida deste país. Os professores estão há 5 anos sem receber um reajuste de valor igual ou superior ao do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), assim o sindicato entende que além da reposição devemos obter um ganho real”, ressalta o professor Luizmar Neves.
O professor Luizmar Neves diz ainda que espera que as instituições tenham bom senso para fechar um acordo razoável, dentro dos limites aceitáveis, e que toda decisão será deliberada em assembleia conforme a diretoria do alescomb_sinpro sempre fez.
A próxima rodada de negociação será no dia 29 de março às 09hs na sala de reuniões da faculdade PORTO-FGV.
| | Tweet Imprimir
